A CASA DO JORNAL E REVISTAS DO SENHOR PRIOSTE- Livro EXTRAGEMA
- Valter Rogério

- 17 de mai.
- 1 min de leitura

A casa de jornal e das revistas do Antônio Prioste e sua companheira
Abrigava um mundo infinito de notícias e avassaladores leitores
De papéis e um mundo de felicidade que conviviam juntos
Que externação namoro com a leitura paravam neste ponto do saber.
Educado homem nunca chateava ou aturdia seus clientes leitores.
Podia ficar horas e horas lendo jornais e suas revistas infinitamente
Que sentia a satisfação conter homens e mulheres lenhificação
De conviver na camaradagem ser seu melhor ator do sórdido mundo.
Cariocinético conciso diante de si mesmo sempre seus olhos verdes
A acariciar o comprador com um simples e muito obrigado aquisição.
Iraci a eterna companheira teve uma escola de corte e costura
Deparei-me com ela quando pensei em aprender este ofício humano.
Tive necessidade de tornar-me necessário a alguém comigo mesmo
E estava aprendendo e querendo o primeiro limiar da liberdade:
Negócios são negócios e o dinheiro orquestrado é sempre dos outros.
Para sempre aquele lugar era como tudo que podia ter ler e parecer:
As portas por entre lados e fachadas eram abertas livre entrar e sair
E foram assim muitos anos no infinito carrear de sua família.
Mas o ponto comercial e o imovel foi levado a revelia dos insensatos
E do dia para noite as portas se fecharam ao público e conhecidos
Todavia ficou a solidão de não mais existir nem ver aquela sobrevida
De jornais revistas no ponto que convivia a sobriedade
De seus clientes a comprar toda mercadoria leitura mundanista
Que murcharam prazer memória e ficaram na manhã dos esquecidos.



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